terça-feira, 19 de maio de 2015

21 anos depois de uma inserção no Ministério de louvor da igreja


Nesse meu tempão de inserção no ministério de louvor da minha igreja já passei por inúmeras fases musicais. A primeira em que cantávamos as musicas dos pioneiros do ministério de louvor do Brasil, entre os quais destaco Adhemar de Campos e Asafe Borba (descobri mais tarde que muitas músicas eram deles).
Em uma segunda fase cantamos muitas musicas do Daniel Souza (também descobri que era ele há alguns anos quando começamos a cantar Salvo pela graça do álbum Centralidade).
Na terceira fase começamos a cantar, como na maioria das igrejas, canções do Diante do Trono. Depois vieram Toque no Altar, Casa de Davi, Ludmila Ferber, dentre outros.
Na quarta fase começamos a cantar, como muitas igrejas, as músicas do Hillsong e do Michael W. Smith.
Numa quinta fase, mais maduro e mais crítico, optei por canções que trouxessem a Bíblia pra igreja. Voltamos a cantar Daniel Souza, Adhemar e a cantar musicas não por um estilo, mas pela acurada exposição da Bíblia. Nessa fase comecei a questionar qual o melhor tipo de música pra igreja. A resposta sempre é: Músicas que trazem pra igreja os principais fundamentos da fé e que sejam Cristocêntricas. Por isso, tem sido difícil definir um repertório novo.
Descobri hoje que o novo não é a música nova, o ritmo novo, mas a mensagem nova que Deus pode trazer à igreja por intermédio de canções que não sejam novas. Daí que Grande é o Senhor, Quebra as cadeias, Poder do teu amor, Agnus Dei, Corpo e Família, Águas Purificadoras, entre outras, ainda têm uma nova mensagem nova, a despeito de serem canções mais antigas. As novas canções também podem transmitir uma nova mensagem, mas devem respeito aos compositores antigos, desbravadores musicais, muitos deles simplesmente ministros e não profissionais da música ou artistas gospel. Urge hoje uma visão mais ministerial e menos artística. Mais Cristocêntrica e menos antropocêntrica. Mais bíblica e menos poética (pois a poesia que não é bíblica é mera elocubração humana).
Creio que precisamos de um avivamento na igreja que mude nossos ministérios de louvor.
Em Cristo, Valber Ricardo.

Um comentário:

Cristina Souza Santos Sobreira disse...

é bonito ver que você não se preocupa como cantar em si mas que este cantar seja com adoração e louvor verdadeiro e desperte a igreja para o que ela precisa que não é somente canções do momento mas de canções que nos leve a adorar de verdade e comessa adoração quebrar barreiras em nós que este louvor simples ou um pouco mais incrementado faça sempre parte da igreja de cristo e que mais ministros tenham a sua preocupação Deus o abençoe nesta missão..